Carl Jung ressaltou que o objetivo adequado de um indivíduo não é a perfeição, mas a integralidade. Esse estado, comparado a mente ouro alquímica, envolve seguir um caminho para um caráter maior, uma abordagem mais eficaz da vida através de formas de pensar, sentir e agir que criem maior liberdade. Reside na integração dos elementos conscientes com elementos de nossa psique que por muito tempo foram reprimidos e negados, os elementos que compõem o que Jung chamou de nosso lado sombra inconsciente.
"Monstros existem, mas eles são pouco numerosos demais para serem realmente perigosos; os monstros mais perigosos são os comuns [homens e mulheres] prontos para acreditar e a obedecer sem questionar."
"Em épocas quando os mais elevados valores da vida — nossa paz, nossa independência, nossos direitos básicos, tudo o que torna nossa existência mais pura, mais bela, tudo o que a justifica — são sacrificados ao demônio que habita uma dúzia de fanáticos e ideólogos, todos os problemas do homem que teme por sua humanidade se resumem à mesma questão: como permanecer livre?"
Assistimos em nosso tempo a um crescente avanço nas discussões a respeito de diversidade – diversidade religiosa, cultural e política, por exemplo. Ainda assim, os casos de intolerância tem sido registrados não só no Brasil, mas em diversas partes do mundo, com alarmante regularidade.